CFQ promove 1º Encontro Nacional de Advogados e Procuradores do Sistema

O Conselho Federal de Química sediou, entre 26 e 28 de setembro, um encontro de advogados e procuradores jurídicos que atuam junto aos conselhos. A proposta do encontro era trazer à tona procedimentos e padronizar a atuação das entidades em assuntos diversos.

Segundo o presidente do Conselho Federal de Química, José de Ribamar Oliveira Filho, o principal objetivo é alcançar uma atuação coesa em nome dos interesses dos Químicos.

“A contribuição técnica e o pensamento de coesão na defesa dos interesses do Sistema devem estar na pauta de atuação de todos nós, dirigentes e colaboradores. Neste sentido, tratar dos temas jurídicos de forma sistêmica é uma das propostas fundamentais desse 1º Encontro”, destacou Oliveira Filho.

Um dos presidentes regionais que compareceram ao encontro foi o do CRQ-III, sediado no Rio de Janeiro, Rafael Almada. Ele parabenizou a iniciativa do ente federal em reunir os advogados, o que, nas palavras de Almada, produz uma “visão macro” do Sistema.

“Em um encontro como esse, a gente consegue ter uma visão macro e integrada que permite pensar problemas reais de hoje nas regionais e que pode fortalecer muito se a gente os discute nacionalmente. O Conselho Federal está de parabéns!”, afirmou Almada.

Na opinião de Gisleine Rossoni, conselheira federal do CFQ, é um evento de extrema importância para o Sistema por “unificar entendimentos jurídicos para formação de jurisprudências e encontrar alternativas para o sistema”.

ENVOLVENDO OS COLABORADORES – Já Alexandre Castro, presidente do CRQ XXI, sediado em Vitória, avalia que o 1º Encontro de Advogados e sua dinâmica são extremamente salutares para o andamento do trabalho no CFQ e dos regionais.

“As questões jurídicas estão permeadas no dia a dia da nossa rotina nos conselhos regionais e no próprio conselho federal. Com certeza, o evento vai trazer oportunidades de crescimento para o nosso sistema”, afirmou.

Para Susana Aparecida da Silva, presidente do CRQ XVI, sediado em Cuiabá, é preciso definir as melhores práticas coletivamente para construir os melhores resultados em eficiência.

“Não temos como, enquanto Conselho Regional, trabalhar de forma estratégica sem estarmos alinhados com o Conselho Federal. Não importa se vamos ter um planejamento estratégico se os colaboradores envolvidos em todo esse Sistema não estiverem se sentindo parte disso. Esses encontros, para além da parte técnica, são muito importantes no sentido humano”, concluiu.